Castidade, Fala a Igreja

Circula na internet uma matéria com o titulo acima, publicado na imprensa (Dolores Orosco, G1, São Paulo). Ídolos pop levantam a bandeira da virgindade e fãs adotam ‘anel da pureza’, como símbolo da abstinência sexual até o casamento. Os Rapazes do Jonas BrothersMiley Cyrus, atriz de‘Hannah Montana’, o trio Jonas Brothers,  usam o anel.

Por exemplo, o estudante paulistano Paulo Sérgio dos Santos, de 18 anos, fã dos irmãos americanos Kevin, Joe e Nick - os Jonas Brothers -  resolveu adotar a idéia e afirma:  ”O anel é discreto, mas tem um significado especial. Sempre planejei me guardar para a mulher certa”.O “anel da pureza” surgiu  nos Estados Unidos, em 1994, na cidade de Baltimore, capital do estado de Maryland,  Estados Unidos, com o programa “True Love Waits” (Quem ama, espera!) , que prega a abstinência sexual até o casamento.
O projeto percorre escolas e instituições ligadas à juventude; começou na Igreja Batista e depois foi adotado por diferentes crenças em mais 13 países. Segundo Jimmy Hester, coordenador do TLW, cerca de 3 milhões de jovens fazem parte do programa. “Esse é o número que temos documentado. Durante as palestras, alguns adolescentes assinam nosso acordo de adesão”, diz. No início, a organização lançou uma pulseira de plástico para simbolizar a filosofia. Depois o acessório foi trocado por um pingente de prata, mas só ganhou popularidade com o “anel da pureza” - acessório que pode ser usado por meninas e meninos. “Não fabricamos mais a jóia. Atualmente há inúmeras instituições que as vendem e alguns jovens preferem desenvolver seu próprio anel”, diz Hester.
O pacto que assumem diz o seguinte: “Acreditando que o verdadeiro amor espera, eu me comprometo diante de Deus, de mim mesma, minha família, meu namorado, meu futuro companheiro e meus futuros filhos a ser sexualmente pura até o dia em que entrar numa relação de casamento” (Jornal do Brasil, Ana Maria Mandin, 12/03/94).Nos Estados Unidos, o TLW é alvo de críticas, o que não é de se espantar num mundo onde o que tem valor é o “politicamente correto”, muitas vezes imoral.
Alguns especialistas acreditam que estes jovens ainda não têm maturidade para optar pela abstinência. Mas o coordenador discorda. “Acredito que os críticos não dão crédito suficiente para a nossa juventude. Quando os moços são conscientizados sobre as conseqüências físicas, emocionais e espirituais que uma vida sexual ativa engloba, eles se tornam capazes de tomar a decisão correta”.
É lamentável que alguns “especialistas” pensem que a juventude só é capaz de aderir ao vício e ao pecado, e não à virtude. A ginecologista Albertina Duarte Takeuti, coordenadora do Programa Saúde do Adolescente da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, considera a opção pela virgindade “válida” e acha positivo que o tema venha à tona graças aos ídolos do pop. “Todo adolescente acha que suas verdades são absolutas. O importante é respeitá-lo em seus valores e manter um canal de diálogo aberto”, defende.O coordenador do TLW diz “celebrar” o fato de que artistas famosos preguem a castidade. “Ficamos satisfeitos com a postura dos Jonas Brothers. Mas ela é tão importante quanto a do garoto que vive numa comunidade rural e passa a idéia adiante”, compara Hester.
Certamente alguns jovens poderão usar o anel mais como moda que para eles pode ser passageira, mas é certo que muitos  o usarão com convicção e poderão estimular muitos outros a viverem a beleza da virtude da castidade. A lei de Deus manda não pecar contra a castidade.  Este exemplo do TLW não é único, e mostra o renascer da castidade. Quando o Papa João Paulo II esteve nas Filipinas, em janeiro de 1995, houve uma concentração de 4 milhões de pessoas para participar da missa que ele celebrou em Manilha; nesta ocasião um grupo de 50.000 jovens entregou ao Papa um abaixo assinado se comprometendo a viver a castidade. Ela é a virtude que mais forma homens e mulheres de verdade, de acordo com o desejo de Deus, e os prepara para constituir famílias sólidas, indissolúveis e férteis. 
 É preciso, portanto, que nós cristãos, tenhamos coerência e coragem para transmitir aos jovens esses valores, que são divinos e eternos. O remédio principal que a nossa sociedade doente precisa é de uma escala de valores condizente com a dignidade humana, sob pena de nos igualarmos aos animais. O homem não é apenas um corpo; tem uma alma imortal, criada  para viver para sempre na glória de Deus. Isto  dá um novo sentido à vida. Não fomos criados para nos contentarmos apenas com o prazer sexual passageiro. Fomos feitos para o Infinito, e só em Deus satisfaremos plenamente as nossas tendências naturais. 
Já é hora de voltarmos a falar aos jovens, corajosamente, sobre a importância da castidade e da virgindade. Também nós católicos estivemos muito tempo “encolhidos” de medo de um mundo neo-pagão que ri da castidade e da pureza da alma. Não há, sem dúvida, melhor preparação para o casamento e para o futuro, do que viver a castidade na juventude. 
Precisamos mostrar aos jovens que para haver a castidade de atos, é necessário haver antes a castidade de pensamentos, palavras e desejos. É preciso, corajosamente, desafiá-los a dizer não a toda prostituição, pornografia, filmes eróticos, moda excitante, etc. É preciso mostrar-lhes que  cada corpo humano é templo do Deus vivo que ali habita pelo seu Santo Espírito (1Cor 3,16; 6,19). 
Infelizmente a pregação da Igreja, com poucas exceções, arrefeceu diante do avanço da imoralidade, e, por isso, ela grassou rapidamente.  Muitos e muitos jovens se separam com poucos anos de casamento, porque não exercitaram a sua vontade na luta árdua da vivência da castidade. 
Quanto às críticas, paciência!  O Senhor  disse: “Felizes sereis quando vos caluniarem; quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus…” (Mt 5,11-12).

MEXICO D.F., 06 Out. 10 (ACI) .- Diversas ONGs assinalaram hoje que é uma falácia afirmar que os acordos e tratados internacionais assinados pelo México obriguem o país a adotar o aborto como um “direito” quando não o é. Na realidade, explicam, é um delito e um “pretexto” usado por algumas minorias para pressionar e introduzir leis anti-vida.

A nota de imprensa recorda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) assinala que só 13 por cento da mortalidade materna está relacionada com o aborto “inseguro”, o que quer dizer que é prioritário combater as causas principais que causam o 87 por cento restante como as hemorragias (25 por cento), as infecções (15 por cento); a Pré-eclâmpsia (12 por cento) e obstruções no trabalho de parto (8 por cento).
Por esta razão, explica Clara Pérez de Código Mulher de Morelos, no México, “grupos da sociedade civil em 17 estados da República, onde se aprovaram reformas constitucionais que protegem a vida a partir do momento da concepção, trabalham para diminuir a maioria das causas principais, porque são precisamente as mulheres pobres quem decidem exercer a maternidade; as que não têm uma clínica perto e muito menos um hospital ou pessoal especializado que atenda gravidezes de alto risco”.
“Também carecem do mais básico como os antibióticos para tratar hemorragias ou infecções, isso é o que devemos atender como sociedade, garantir à mulher que optou pela vida que tenha serviços de saúde acessíveis e gratuitos, pois o direito à saúde sim está plasmado na Constituição e em tratados internacionais assinados pelo México”, acrescentou.
Por sua parte, Patricia López Mancera, do Centro de Estudos e Formação Integral para a Mulher de Cancun (CEFIM-Cancún), denunciou que para alguns grupos, políticos e governantes, resulta mais barato que a mulher “assassine o seu filho antes do nascimento e inclusive ao nascer”, que brindar a ela todas as condições que a acompanhem antes, durante e depois da gravidez.
Também explicou que as cifras da OM Saúde não são consideradas, já que se em realidade houvesse interesse em salvar a vida das mulheres, a sociedade mexicana deveria trabalhar em brindar atenção médica básica à mulher grávida assim como cuidados obstétricos de emergência, pessoal médico capacitado, clínicas de maternidade, antibióticos, água potável, etc, mas sem distorcer a linguagem para promover o aborto.
Uma dessas distorções, precisou Mancera, é afirmar que o aborto “é um direito” quando está tipificado como um delito nos códigos penais de todo o país, incluído o Distrito Federal onde está despenalizado até a semana 12 de gestação.
Por sua parte Zita Herrador da organização “Sé Mujer”, Centro de Estudos e Reflexão de Veracruz, indicou que “é preciso trabalhar em políticas públicas que apóiem a mulher grávida; tanto a adolescente como a adulta. A adolescente (é preciso) dar-lhe um lar, se é que ela que foi expulsa de sua casa; facilidades para que termine seus estudos e bolsa de trabalho onde se respeitem todos seus direitos”.

'Oi, tô feliz!
Mãe, você ainda nem deve saber.
Sou pequeno, mas estou aqui
É tão seguro, há tanto calor
Ah! Como é bom... Doce lugar de amor.
Sim, vou crescer!
E um dia correndo pra ti
Pular em teu colo e sorrir
Te dar um beijo e agradecer
Aquele tempo que em ti, Deus quis me tecer.
Deixe-me nascer, já tenho um coração!
Deixe-me te amar, dê uma chance!
Posso provar... Sou de Deus, quero amar!
Quero viver)
Mãe, o que é que foi?
Eu incomodo você!?
O que pretende fazer?
Mas mesmo assim, se ainda não me aceitar,
No céu para você vou orar'
Celina Borges, Deixe-me Nascer)
A linda canção que lemos logo acima, nos leva a meditarmos o ato do nascimento, e, ao mesmo tempo, o horrível ato de abortar.
Infelizmente, muitas pessoas não têm noção da importância da vida, o grande Dom que Deus nos deu, por isso agem dessa maneira tão cruel. O aborto é um grave pecado, e além disso, um grande crime contra a vida.
Quando uma pessoa aborta, ao mesmo tempo, desobedece o quinto mandamento da lei de Deus: 'não matar' (Ex 20,13). Pois, está tirando a vida de um ser que está em desenvolvimento dentro de seu próprio organismo.
Desde o momento em que um unicelular fecunda um óvulo, lá inicia-se uma nova VIDA, que não deve ser interrompida.
Existem quatro métodos abortivos, todos eles cruéis e assassinos.
Confira:
1 Método de Sucção: o bebê é retirado em pedacinhos.
2. Método Cirúrgico: o médico retira o bebê através de uma cirurgia no abdômen.
3. Método por Envenenamento Salino: uma solução salina é injetada na bolsa amniótica e o bebê morre cauterizado!
4. Método de Curetagem: o médico corta o bebê em pedaços dentro do lugar, onde, durante muito tempo, se desenvolveu.
Esses são os quatro métodos de retirar uma vida. Distintos na maneira de execução, mas iguais na crueldade e na gravidade do pecado.
Vamos dar um grande basta ao aborto, essa grande arma do maligno contra o que Deus nos deu.
Reflita:
Jesus sofreu e morreu para nos dar vida. Então, que direito temos de tirá-la?
Pe. Zezinho

O Santo Sudário

Santo Sudário





“Saiu então Pedro, e aquele outro discípulo, e foram ao sepulcro. Ora, eles corriam ambos juntos, mas aquele outro discípulo correu mais do que Pedro, e levando-lhe a dianteira, chegou primeiro ao sepulcro. E tendo-se abaixado, viu os lençóis postos no chão, mas todavia não entrou. Chegou pois Simão Pedro, que o seguia, e entrou no sepulcro, e viu postos no chão os lençóis, e o lenço, que estivera sobre a cabeça de Jesus, o qual não estava com os lençóis, mas estava dobrado num lugar à parte. Então pois entrou também aquele discípulo, que havia chegado primeiro ao sepulcro: e viu, e creu”. (Jo 20,3-8)









O santo Sudário é um lençol de linho de 4,36 x 1,10 metros, ou 8 x 2 cúbitos sírios, que eram as medidas de lençóis para se envolver cadáveres em Israel antigo e ainda empregado em rituais judaicos.









“José de Arimatéia...foi procurar Pilatos e pediu-lhe o corpo... Recebendo o corpo, José O envolveu em um lençol ainda não usado”. (Mt 27:57-61)



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